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Galera, fomos entrevistados para o Jornal da MTV. Assista a reportagem no Bloco 2 deste Link.

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Marcello D’alia Ruggi – TCHÉ

Começo minhas pesquisas com influência nos desenhos e nas ilustrações com lápis, onde mais tarde migro para o pincel e as tintas e logo o Graffite em 2000. A cenografia dos HQ´s sempre me fascinou, juntamente com seus pontos de câmera, direcionando para o estudo da construção da perspectiva e logo sua descontrução.
Nessa série, dialógo com o espaço e seus elementos visuais dispersos, de onde pertence as vivências do dia a dia no meio urbano, como o trabalho, a casa e outros ambientes, formando circuitos e caminhos.
Visualisando isso de um outro ponto de vista, explorando o site específico com pinturas painéis em paredes, telas e materiais retirados das ruas. Desenhando, pintando e fazendo musica, estudo para informar as pessoas e poder transmitir sensações a partir de simbolos visuais disperços num espaço imaginário.
  

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Viviane Ret é professora de artes e arteterapeuta. Já trabalhou com bebês no desenvolvimento da primeira infância, e com crianças paralíticas cerebrais através da arte. Ela pinta compulsivamente, e possue uma quantidade significativa de telas, por volta de 200 obras. Os temas são ligados unicamente a suas experiências e sentimentos pessoais, como em um diário de cores e formas.
A figura do feminino é bastante abordada, e os materiais são diversos. Por muitos anos ela pintou à óleo, e atualmente ela utiliza a tinta acrílica misturada a outros elementos como velas queimadas, giz queimado, pedaços de tela rasgadas, e texturas fortes com grande quantidade de tinta, o suporte é madeira, tela e qualquer superfície interessante.

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Fotógrafo desde os 16 anos. A fotografia sempre foi uma forma de arte que eu admirei. Anos atrás trabalhei como fotógrafo profissional mas a liberdade da expressão artística é a que mais me atrai. Tenho uma formação clássica em administração de empresas e atualmente atuo na produção de eventos de moda. Como a arte foi algo que sempre esteve presente na minha vida, já trilhei alguns caminhos no teatro e na cerâmica de alta temperatura. A fotografia, sempre presente, é a grande paixão que nunca deixei de praticar. Sempre participo cursos e participo de um grupo de estudos com fotógrafos. Já participei das exposições coletivas “Diferentes Olhares” (2002), “Autoral” (2003) e “Sonhos e Reflexões” (2007), Chapel Art Show (2008) e Chapel Art Show (2009)

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Exposições

– “Diferentes Olhares” (2002);

– “Autoral” (2003);

– “Sonhos e Reflexões” (2007);

– Capa do livro “Desafiando as Diferenças” (2003);

– Chapel Art Show (2008);

– Chapel Art Show (2009).

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Paulistana e jornalista por formação, há 15 anos me dedico também à fotografia.
Para o Coletivo Colecionável escolhi mostrar a colagem “urbana 1”, parte de uma série de três colagens feitas com fotos que tirei em NY recentemente.
A idéia foi captar o movimento, a luz e a pulsação da cidade e seus habitantes a partir da repetição de imagens e composição delas numa colagem manual na linha “lambe-lambe”, como num photoshop artesanal.
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DASK2:  Natural de São Paulo (capital)  pinta a 9 anos.

Formado em Artes Plásticas pela Faculdade Santa Marcelina, desenvolve um trabalho figurativo com personagens de um universo onírico e urbano.

Tem influências de Graffiti, pintura moderna e quadrinhos. 

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 Marina Josefovic Aka Zumi 

Nascida em 1983, no bairro de Lugano, um bairro humilde da periferia da capital de Buenos Aires, se criou itenerantemente entre a Babilonia (Lugano – Bs.As.), o Mar (Villa Gesell – Cidade costera) y As Serras (Rio Cuarto – Cordoba).

Volta a capital com 18 anos de idade para estudar Desenho de Indumentaria( desenho de moda, mais aplicado na utilidade), de volta no contato com o desenho, expressao y medios artisticos comenza se relacionar com gente do Street Art. Desde esse momento comenza a pintar com tematicas que día a día varian segum o sucedido no cotidiano. Encontra seu camino na expressao da Natureza no medio do caos da cidade, o que da pe para estar sempre en constante variacao incoporando diferentes tenicas y estilos influenciada por variados estudos y experimentaciones.

Germinar, paz y alegria som algums dos conceptos que tenta impregnar no cinza da cidade atravez da sua naturaleza sutil, sintetica y as veces psicodelica…

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Mauro Sergio Neri da Silva, São Paulo, Brasil 1981.
Formado em Artes Visuais em Sao Paulo.
Frequenta a Accademia de Bellas Artes de Bolonha, Italia.

Desde de criança desenhava seus mundos e personagens fantasticos
criava os proprios brinquedos,
com sua arte cresceu em um contexto peculiar
entre a favela e a natureza na periferia da megalopoli paulistana,
nas ruas descobriu ser um artista com estilo unico e intrigante.
Hoje contabiliza quase mil graffitis entre o Brasil e a Italia.

Idealiza o projeto chamado Imargem que é um grupo de artistas e educadores que realizam  ações multidiciplinares, envolvendo a comunidade na conservação ambiental e na construção de obras de arte atravez de oficinas, murais e esculturas construidas com materiais descartados, expostas na margem da represa Billings.

Desde 2000 è professor de arte, colabora com varias instituições como ONGs, institutos religiosos, projetos, programas da prefeitura e do governo de São Paulo, para os diferentes publicos como: crianças, adolescentes, idozos, orfãos, portadores de deficiência mental e ou fisica e menores infratores, ensina: desenho, pintura e a técnica do Mural e Graffiti. Do inicio de 2005 desenvolve essas atividades tambem na Italia. 

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Paulo Ito nasceu em São Paulo em 1978. Tres anos depois começou a desenhar e até hoje não parou.

Homem e comprometido

Ocupação: Pintor

Interesse: Thai food

Diretores: Peter Greenaway, David Linch, David Cronemberg

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O talento de José Augusto Frasão para a arte começou cedo, fazendo desenhos em folhas do caderno da escola. Na 8a. série, conheceu a pichação – no início escrevia “enigma” e “sem nexo”, passou para “salmos”, “estopa” e apartir dai formou a crew IP “inimigo público” e, em 98, escreveu “feik”, dando origem a seu apelido. Nessa época, passou a fazer desenhos de extra-terrestres. Na evolução dos seus traços, os  ETs foram ficando cada vez mais deformados, tornando-se o que Feik chama de vermes. Os desenhos muitas vezes vêm acompanhados por nomes de políticos – “a doença do país”, como diria. Os vermes são também uma metáfora do próprio grafite, que “se espalha como uma epidemia”. 
 Seus vermes imaginários – que nunca se repetem – habitam as paredes da cidade com cores e formas para lá de criativas. 
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