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Love-that-bastard-liar
Nascida em São Paulo em 1975, formou-se em artes plásticas pela FAAP e estudou ilustração na Central St. Martins em Londres.

Seu trabalho reflete o escapismo do homem do final do século XX e começo do XXI com forte referência sócio cutural e feminista. Diversos suportes fazem parte de seu repertório e trazem figuras humanas como base de suas composições, onde ora se apresentam sofisticadas, extravagantes e vorazes ora melancólicas e niilistas, sendo a base de sua pesquisa imagens de impacto, com referências e citações visuais em moda e cinema, além de música e um certo orientalismo.

Sob alguns aspectos seu trabalho condensa a displicência
comportamental comum à juventude da qual a artista utiliza elementos para trazer à um objeto ou uma pintura o equilíbrio entre a attitude de uma cor e o ruído mudo das cenas.

É também um mergulho interior em busca das próprias vontades e alicerces e não à condensação de ideais da sociedade contemporânea, principalmente no papel imposto para a mulher. A alienação e o hedonismo são o retrato do novo século, concomitantemente com a exposição pessoal através da internet, criando um paralelo entre o existir e o provar a existência.

A linguagem pop e elementos serigráficos fazem parte de suas composições pictóricas, além de outras mídias e suportes, como desenho e linóleo gravura que já foram expostas em diversos salões de arte contemporânea e também na Rojo Artspace e no Santander Cultural na mostra Transfer.

Luciana também atua como ilustradora e teve trabalhos publicados pelas revistas: Rojo, Vogue, Revista da MTV, Melissa, entre outras e ilutstrou o livro 10 Mandamentos Para a Felicidade Sexual da Mulher, pela Editora Jaboticaba.

 

Retrato e Identidade “Quase um artista de cinema”.
A mostra é composta de retratos de figuras masculinas e femininas que remetem a pinups, artistas de cinema ou figuras públicas famosas.
Através do estereótipo a artista procura reforçar a relação entre o autor do retrato e o retratado, na qual a identidade é forjada pelo pintor.
A técnica utilizada (acrílico sobre bandejas de plástico) acentua ainda mais a característica de banalização e do estereótipo contidas na imagem final.
Os retratos foram feitos a partir de observação de modelos vivos e de fotografias reproduzidas em revistas e gravuras antigas.

APRESENTAÇÃO:
Numa era de intensa visibilidade no limite da obscenidade, os retratos da série “Quase um artista de cinema” expõem de forma crítica este desejo de super exposição e o desejo de se tornar uma celebridade num exército de anônimos.
Desprovidos de detalhes de finalização tradicional diante de pinturas acadêmicas, os retratos são feitos em bandejas de acrílico, acentuando as características descartáveis dos retratos desta série. Ao mesmo tempo, a técnica despojada de execução das pinturas, aproxima o espectador da obra num exercício de reflexão.
A atividade prática de retratos e auto-retratos será oferecida a alunos de escolas públicas (a partir de 10 anos) e visitantes de todas as idades, as oficinas podem ser um exercício de reflexão sobre esta necessidade de identificação com um personagem famoso e o reconhecimento e construção da sua própria identidade.

JUSTIFICATIVA:
O retrato estereotipado pretende apresentar a imagem representada como o desejo inconsciente de transformação e notoriedade. A imagem final representa o desejo íntimo de existir num universo de “personas” de ampla visibilidade, como construção do ego numa dimensão de espetacularização do ser humano.
Os blogs, flickr e outros sites de relacionamento mostram esta necessidade de “existir” num cenário de anonimato e invisibilidade.
Sobre o trabalho de retrato da artista, os textos abaixo foram elaborados por Oscar D´Ambrósio e Mário Fiore, respectivamente:
Dilema da identidade
Um dilema é um raciocínio que parte de premissas contraditórias que terminam por fundamentar uma mesma conclusão, que reúne elementos aparentemente irreconciliáveis. O trabalho da artista plástica leva esse raciocínio para a sua produção plástica a partir de uma reflexão com a identidade.
Ao pesquisar a tradição da criação de retratos, seja nos trabalhos em que colocou corações no lugar de rostos e nos que desmanchou faces com misteriosos véus, seu assunto é coerente e denso: pode a estética do retrato representar algo mais do que a personalidade do pintor?
Cada retrato, como aqueles em que áreas de cor se sobrepõem a partes do rosto, torna se uma reflexão sobre o conhecimento do ato de pintar e, acima de tudo, de sentir. O desafio de Alice está, em cada novo trabalho, verificar como a identidade de sua pintura se relaciona com a do retratado e com o exercício de pintar.
O que integra as obras de Alice é a maravilha de serem autênticas. Ela opta por satisfazer a um padrão de excelência que a acompanha. Os trabalhos que apresenta têm a convicção de que cada rosto, plasticamente desconstruído, com mais ou menos vigor, dependendo do caso, é um passo gradual, mas decisivo para o entendimento da pintura.
Retrato e Identidade
Bagagem Cultural. Logo demonstrou uma compreensão da pintura, das diferenças com o desenho, com as histórias em quadrinhos, com os gêneros pictóricos, com o aspecto ornamental da pintura. Foi feliz quando fechou o foco numa questão tão específica como a figura humana, como os retratos. Pensar a figura é pensar sobre a condição humana, sobre a sua identidade.
Ver e ao mesmo tempo, esconder. E nesse processo refletir sobra a pintura, sobre o pintar.
Observadora atenta das expressões humanas despoja os seus modelos de suas singularidades, de exatidões anatômicas para assim livrar o nosso olhar do imediato e do óbvio. A pintura é uma ilusão da aparência.

FICHA TÉCNICA:
Curador: Oscar D’Ambrosio
FORMAÇÃO
Mestre pelo Instituto de Artes da UNESP, pós-graduado em Literatura Dramática pela ECA USP, graduado em Comunicação e Jornalismo pela ECA USP e graduado em Letras pela Universidade Mackenzie. Integra a Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA Seção Brasil).
PUBLICAÇÕES MAIS RECENTES
Contando a arte de (Editora Noovha América, SP):
Marcos de Oliveira, 2009
Elias dos Bonecos 2009
Sima Woiler, 2008
Cláudio Tozzi, de 2005
CURADORIAS MAIS RECENTES
Lilith de Ilka Lemos; realizada na Galeria Garcia Arte; São Paulo SP; 2009
“Se a pintura morreu, esqueceram de me avisar”; coletiva realizada Garcia Arte; São Paulo SP; 2009
“Poética Visual Pancontemporânea”; coletiva realizada na Tedesco Pizza Bar ; SP, 2009
“Olhares sobre o povo Kashinawá”, fotos de Daniel Patire, realizada no Okena Café ; Caraguatatuba SP; 2009
“Nos meus dias de glória, a platéia estava vazia”; fotos de Daniel Patire; realizada no Espaço Reserva Cultural, São Paulo SP; 2009
PARTICIPAÇÕES MAIS RECENTES COMO JURADO
4º Prêmio Espaço Cultural Banco Central de Arte; São Paulo SP; 2008
Grande Salão de Artes de Santa Bárbara do Oeste SP 2008
Universo da Aquarela “Reflexos e Transparências” Jornada 2008 SP; 2008
XII Salão Paulista de Arte Contemporânea, Casa das Rosas; São Paulo, SP ; 2008
XXII Salão de Artes Plásticas de Arceburgo MG 2008
Artista:Alice Nakagawa Matuck , 21/11/1982
Natural de São Paulo inicia sua pesquisa em retratos a partir de 2001. Após uma viagem para o Canadá/Toronto, elabora imagens que retratam experiências coletadas de ambientes sem identidade. Inicia um paralelo entre homem e identidade criando séries de personagens, usando a pintura e o retrato para ilustrá las. Seu trabalho é basicamente de pintura. Ao fazer uma série, começa pelos estudos das imagens detalhadas, para depois, desmanchá las, arrastando as formas, como o pincel mais seco, numa tentativa de desconstruir, para mostrar a diluição visual da identidade.
Em seu trabalho de conclusão de curso universitário de Artes Plásticas faz uma pesquisa inicial focada na questão da identidade e personalidade dos retratos que cria. Essa relação plástica é feita com a presença de véus, que cobre as modelos e faz com quem percam sua identidade, mas não apaguem o registro marcado na tela.
Esta última série apresentada no projeto, iniciou se em 2009.

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Viviane Ret é professora de artes e arteterapeuta. Já trabalhou com bebês no desenvolvimento da primeira infância, e com crianças paralíticas cerebrais através da arte. Ela pinta compulsivamente, e possue uma quantidade significativa de telas, por volta de 200 obras. Os temas são ligados unicamente a suas experiências e sentimentos pessoais, como em um diário de cores e formas.
A figura do feminino é bastante abordada, e os materiais são diversos. Por muitos anos ela pintou à óleo, e atualmente ela utiliza a tinta acrílica misturada a outros elementos como velas queimadas, giz queimado, pedaços de tela rasgadas, e texturas fortes com grande quantidade de tinta, o suporte é madeira, tela e qualquer superfície interessante.

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 Delafuente IV

  

Dela

 

Leonardo Delafuente é artista plástico e integrante do duo 6emeia.


Delafuente utiliza as mais variadas formas, suportes e técnicas em seu trabalho, em um caminho desbravado entre pinceladas e lembranças.


Um caminho visível apenas a seus próprios sentidos, onde os versos poéticos caem da Lua em forma de estrela-do-mar em um oceano de imaginação.


Não o simples sonho, mas sim o ato de sonhar.


Onde o mundo que é visível a todos é parado e tudo fica possível e imune a mácula do ser humano.

 

Então o sentimento gerado pelo olhar é visto pela alma.

 

Delafuente I

 

Uma alma engrandecida pelo silêncio do horizonte e olhar contemplativo de quem o habita.


Um registro eternizado até o despertar da cidade com seus carros agitados e sentimentos misturados.


Num mundo de esquecimento e glória, Delafuente cria o diálogo que conecta mundos e seres tão distantes e singulares.


Como uma janela aberta num dia quente, onde o calor é convidado a aquecer toda e qualquer boa idéia.

Delafuente depois de apresentá-los com cores e formas a sua maneira, dá voz ao trabalho. E este por sua vez aguarda ansiosamente os olhares se cruzarem para começar.

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No primeiro desenho a espera tornou-se fragmentos ácidos de peças da memória celular.
Ao avançar na 4D, dimensão do tempo-espaço, vi subindo o balão vermelho 99 vezes.

Chaminés de pano com gatos inspirados cósmicamente no infinito em meio a espiral duvidavam: oito ou dois zeros!?
Novecento, dezmorado, onzeneiro, contagem na volta para a morada enamorado.

Nas festas dos Etz, malandrino Poker, ganha coração da vaca e tem orelha de pássaro para subir a escada que chega a Lua.
Lá no céu, no oceano do multiverso, nada um peixe 6D.

Durante um dia pesado, toneladas de roubôs com caminhos definidos festejam.
Com o pensamento na chave de coração xadrez vai para escapolândia brincar, é o brincalhão da bala xita!

Comeu cogumelos, no mínimo,

Nas Palavras De Zanotto!!!!

SOGIMA.

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Jerry Batista: O artista insere suas intervenções nas ruas da grande cidade desde 1996.

Nesta galeria a céu aberto, globaliza seu trabalho.

Traz em seu traço uma contraposição da cidade: pinta trabalhos coloridos, com temas de paz, convivência e meio ambiente, utilizando materiais descartados, encontrados nas ruas.

Sua intenção é contribuir para se ter uma vida em harmonia.

 

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ENIVO

 

Firmou um pacto vital com a arte e sua essência aos 12 anos de idade, através da primeira experiência com o Graffiti, em 1998. Desde então, vem marcando as ruas da cidade como um carimbo de poesias, materializando idéias e sentimentos, através da imagem.

Passou muito tempo seguindo o intuitivo experimental em sua arte por meio de técnica, material e linguagens possíveis dentro e fora do Graffiti, pintando o momento, valorizando o inconsciente expressivo ao invés do resultado final.

Hoje, ENIVO assume todas as mutações em sua obra como portais para o novo, entendendo que a técnica, a estética, o conceito e a expressão transitam de forma cíclica, que vem e vai, onde cada nova série criada é resultado do que já foi feito e ao mesmo tempo um passo para novas pesquisas, ramificando as idéias e trazendo um leque de possibilidades para futuras criações.

 

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Katia Suzue, formada em Artes, professora de Desenho de Observação e Roteiro da Artes na Univerdidade Guarulhos.
Artista plástica e urbana, morou no Japão, lugar onde estudou sobre pintura e desenho, foi discípula do mestre na arte de Ukiyo-e Naka Masahiro, e da cartunista no jornal Chunichi Shimbun, Kaoru Naka.
Ao voltar ao Brasil trabalhou durante 5 anos em estudios de Body Art, amante da escultura e da pintura técnicas que também desenvolve com frequência, seu trabalho reflete o fantástico Oriental.
No final do ano de 2005 começou a fazer Grafite, hoje faz parte do coletivo de arte “NOTURNAS”.

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9POLAR (Nueve Polar) nasceu em 2006 em Bogotá (Colômbia), formado por artistas multidisciplinares. Inicialmente se utilizou de técnicas de Street Art e Stencil Art, participando em diversas mostras e concursos.

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Em 2007, dois dos seus integrantes, Sergio (aka OIGRES) e Viviana (aka VIVIMAIZ), viajaram ao Brasil e desenvolvem um trabalho em VJ, Stencil Art e Serigrafia nas cidades de Rio de Janeiro e São Paulo.

Hoje em dia, moram em São Paulo e continuan evoluindo nas tecnicas de stencil art e Vj.  Tem sido convivados pra participar em varias seções de pintadas colectivas, ao lado das diferentes galeras de graffiti e stencil em diversos locais da cidade. Continuam na procura de evoluir na sua arte, e continuar criando mensagens no seus trabalhos e intervenções.
Como Vj´s tem projetado em diferentes clubes e festas nas cidades de Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas, assim como na Virada Cultural de São Paulo neste 2009.

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arte
Esse projeto é bem legal!
Aqui vai minha biografia:

2009 – Em novembro 2009 vai rolar outra exposição em NY
– Exposição Nova York – Factory Fresh
– Apresentação usando grafite na Caixa Econômica Cultural
– Exposição – Brutal
– Exposição – Espaço Kabul
– CasaCor
– Fui convidado a pintar um Pub – Londres
2008 – Expo. individual Coletivo galeria SP
– Criação e desenvolvimento para vitrine da PUMA
2007 – Expo. Individual – Galeria 32 SP
– Expo. coletiva – Grafiteria SP
2006 – Expo. Individual-Clubsensible – Londres
2005 – Expo. Coletiva -Escritório de arte Moema SP
2002 – Expo. Coletiva-5a gallery – Londres
2001 – Expo. Individual- Spitz Gallery- Londres
– Expo. Coletiva – II Salão de artes Plásticas SP
2000 – Expo. Coletiva – Escritório de arte Moema SP

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Esqueci de dois dados na biografia!
Coloca lá as informações abaixo para dar um ”tchan” extra! hahahhahaha

Sou atista exclusivo dos empreendimento imobiliário MaxHaus
Trabalho também como cartunista do jornal Metro

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